Radio:Active e Radio:Active Live At Wembley :D
27 de dez. de 2010
26 de dez. de 2010
e ai vs tem algum cd do mcfly ou soh baixa musica? hj em dia ninguem + compra cd kkk
eu tenho dois cds do McFLY, os outros eu baixei hehe (mas só porque eu não achei aqui no BR, ;) )
25 de dez. de 2010
24 de dez. de 2010
16 de dez. de 2010
14 de dez. de 2010
12 de dez. de 2010
9 de dez. de 2010
8 de dez. de 2010
4 de dez. de 2010
Minha fan fiction
Essa é a minha primeira fan fiction e se chama The Winner Takes It All, eu espero q vcs gostem, :D
3 de dez. de 2010
29 de nov. de 2010
27 de nov. de 2010
23 de nov. de 2010
21 de nov. de 2010
13 de nov. de 2010
Ontem foi um dia e tanto: me entupi de frituras e doces e doce frito! Foi muito bom me sentir empanturrada no final da noite, me olhar no espelho e ver uma barriga estufada e, principalmente, satisfeita. Fazia muito tempo que eu não comia daquele jeito, deu saudade,mas eu não sei se repetiria, até porque, como eu disse, eu fiquei empanturrada e isso nunca é tão bom assim, né?!
Mas o mais importante que aconteceu ontem foi que, depois dessa fartura, quanto eu cheguei em casa, eu me olhei no espelho e percebi que o quanto a balança me mostrar na terça-feira não significa nada se quando eu me olhar no espelho eu continuar me sentindo linda e super-magra. Foi um breakout realmente, já que eu cheguei a conclusão de que o quanto eu estiver pesando não vai fazer diferença contanto que eu esteja feliz e satisfeita - tanto com meu corpo quanto com minha relação com a comida.
Minha psicóloga disse que esse meu primeiro mês de academia vai ser um mês de experiência, pra eu descobrir o quanto eu posso comer pra manter meu peso/corpo. Pois bem, ontem eu fiz um acordo comigo para calar definitivamente a voz da Ana na minha cabeça: vou comer o que me vier na telha, sem fazer as contas ao longo do dia, vou só anotar o que comer e só antes de dormir eu coloco os valores e faço as contas - pelo menos durante esse fim-de-semana prolongado, pra não ficar com tanta neura e curtí-lo à vontade. Também vou parar de obedeçer os horários rigorosamente, vou comer quando ficar com fome. Vou passar uma semana fazendo isso - comendo e só calculando no fim do dia - e depois vou ver no que deu.
Eu estou indo na academia TODO DIA e estou amando. Segunda-feira é feriado, então nem rola, mas de terça a sexta eu estou lá, firme e forte (talvez não tão firme, ou forte, mas estarei lá). O pessoal é muito legal, amigável, o clima é bom, tem uma energia boa, sabe?! É a melhor academia que meus pais poderiam descolar pra mim. O problema é que eu não posso fazer os exercícios tão rápido quanto queria porque, senão, eu ganho massa muscular e eu não tô afim de ficar turbinada. Então eu faço eles numa velocidade moderada, mas boa, pra queimar as gordurinhas indesejáveis. Porém eu também ganho massa com essa velocidade, só que menas massa, então não afeta as minhas medidas.
Amanhã eu vou estudar no clube com o meu amigo e segunda eu vou estudar na casa dele e depois na casa da Ana Clara (ou antes, eu ainda não sei). Mas, enfim, vai ser um looongo fim-de-semana e eu espero não enlouquecer nele - pelo contrário, quero aproveitá-lo bastante.
Mas o mais importante que aconteceu ontem foi que, depois dessa fartura, quanto eu cheguei em casa, eu me olhei no espelho e percebi que o quanto a balança me mostrar na terça-feira não significa nada se quando eu me olhar no espelho eu continuar me sentindo linda e super-magra. Foi um breakout realmente, já que eu cheguei a conclusão de que o quanto eu estiver pesando não vai fazer diferença contanto que eu esteja feliz e satisfeita - tanto com meu corpo quanto com minha relação com a comida.
Minha psicóloga disse que esse meu primeiro mês de academia vai ser um mês de experiência, pra eu descobrir o quanto eu posso comer pra manter meu peso/corpo. Pois bem, ontem eu fiz um acordo comigo para calar definitivamente a voz da Ana na minha cabeça: vou comer o que me vier na telha, sem fazer as contas ao longo do dia, vou só anotar o que comer e só antes de dormir eu coloco os valores e faço as contas - pelo menos durante esse fim-de-semana prolongado, pra não ficar com tanta neura e curtí-lo à vontade. Também vou parar de obedeçer os horários rigorosamente, vou comer quando ficar com fome. Vou passar uma semana fazendo isso - comendo e só calculando no fim do dia - e depois vou ver no que deu.
Eu estou indo na academia TODO DIA e estou amando. Segunda-feira é feriado, então nem rola, mas de terça a sexta eu estou lá, firme e forte (talvez não tão firme, ou forte, mas estarei lá). O pessoal é muito legal, amigável, o clima é bom, tem uma energia boa, sabe?! É a melhor academia que meus pais poderiam descolar pra mim. O problema é que eu não posso fazer os exercícios tão rápido quanto queria porque, senão, eu ganho massa muscular e eu não tô afim de ficar turbinada. Então eu faço eles numa velocidade moderada, mas boa, pra queimar as gordurinhas indesejáveis. Porém eu também ganho massa com essa velocidade, só que menas massa, então não afeta as minhas medidas.
Amanhã eu vou estudar no clube com o meu amigo e segunda eu vou estudar na casa dele e depois na casa da Ana Clara (ou antes, eu ainda não sei). Mas, enfim, vai ser um looongo fim-de-semana e eu espero não enlouquecer nele - pelo contrário, quero aproveitá-lo bastante.
8 de nov. de 2010
Minha semana será cheia - e eu gosto disso. Amanhã tenho duas aulas pra dar depois da escola, ir pra academia, fazer uma parte do meu trabalho de geografia, estudar, enfim, várias coisas em 24hrs, ou melhor, em um dia menos a manhã (na qual eu desperdiçarei algumas horas ensaiando uma peça chata que eu não decorei minhas falas).
Hoje, depois da aula na Curves, eu me senti tão bem, tão feliz, enquanto quando eu estava na aula estava quase morrendo, ASKAOPSKASK. A recepcionista/professora/o que quer que ela seja, me disse que o circuito queima, no mínimo, 500 kcal e hoje, com as atividades especiais ("luta" e abdominais), deveria ter sido umas 700 kcal gastas. No final das contas, a academia está me ajudando a voltar ao meu outro peso. Por causa da minha pesagem oficial de hoje, eu acho que meu consumo calórico diário é de 1600 kcal, e não de 1230 kcal, como eu tinha calculado. Melhor pra mim: vou poder comer beem mais e manter meu peso. Mas isso não é meu objetivo agora. Eu nem sei qual é meu objetivo agora, na verdade. Eu só sei que eu continuo magra, mas às vezes eu vejo uma barriguinha, mas eu gosto muito da sensação de emagrecer, então eu vou tentar consumir até a metade das calorias necessárias - ou seja, <800kcal. Amanhã, como eu vou almoçar na casa da Marina, isso não vai poder ser devidamente controlado, mas eu vou tentar ao máximo não ultrapassar minha meta diária, afinal de contas, eu preciso disso. Ainda bem que a academia ajuda muito, então eu vou poder relaxar mais cedo do que eu o faria se não estivesse praticando exercício.
O meu problema naqueles aparelhos é o peso. Eu não consigo levantar muita coisa, e isso acaba me prejudicando. Uma boa motivação pra mim (para ultrapassar meus limites) seria que, o quanto mais eu me esforçar, o quanto mais eu achar que já tô com o pé na cova, mais calorias eu queimo e mais cedo eu vou poder comer panetone - uma coisa que eu tenho esperado há mais de seis meses, mew.
Vou arrumar minha mochila agora, ela vai ficar LOTADA, já que tem o material da escola e o "material da academia". E talvez amanhã eu volte pra casa BEEM tarde, então, good luck Isabel.
Eu só queria uma luz, que me mostrasse o melhor caminho pra direcionar minha vida, ou melhor, meu corpo: perder ou manter o peso? Preciso dessa resposta logo, porque, o quanto mais o tempo passar, mais estragos eu posso fazer - o que não vai ser nada legal.
E as provas começam semana-que-vem e, pra não atrapalhar meus estudos, vou da escola direto pra academia EVERY DAY. Vai ser uma semana muito boa, eu sinto isso.
Hoje, depois da aula na Curves, eu me senti tão bem, tão feliz, enquanto quando eu estava na aula estava quase morrendo, ASKAOPSKASK. A recepcionista/professora/o que quer que ela seja, me disse que o circuito queima, no mínimo, 500 kcal e hoje, com as atividades especiais ("luta" e abdominais), deveria ter sido umas 700 kcal gastas. No final das contas, a academia está me ajudando a voltar ao meu outro peso. Por causa da minha pesagem oficial de hoje, eu acho que meu consumo calórico diário é de 1600 kcal, e não de 1230 kcal, como eu tinha calculado. Melhor pra mim: vou poder comer beem mais e manter meu peso. Mas isso não é meu objetivo agora. Eu nem sei qual é meu objetivo agora, na verdade. Eu só sei que eu continuo magra, mas às vezes eu vejo uma barriguinha, mas eu gosto muito da sensação de emagrecer, então eu vou tentar consumir até a metade das calorias necessárias - ou seja, <800kcal. Amanhã, como eu vou almoçar na casa da Marina, isso não vai poder ser devidamente controlado, mas eu vou tentar ao máximo não ultrapassar minha meta diária, afinal de contas, eu preciso disso. Ainda bem que a academia ajuda muito, então eu vou poder relaxar mais cedo do que eu o faria se não estivesse praticando exercício.
O meu problema naqueles aparelhos é o peso. Eu não consigo levantar muita coisa, e isso acaba me prejudicando. Uma boa motivação pra mim (para ultrapassar meus limites) seria que, o quanto mais eu me esforçar, o quanto mais eu achar que já tô com o pé na cova, mais calorias eu queimo e mais cedo eu vou poder comer panetone - uma coisa que eu tenho esperado há mais de seis meses, mew.
Vou arrumar minha mochila agora, ela vai ficar LOTADA, já que tem o material da escola e o "material da academia". E talvez amanhã eu volte pra casa BEEM tarde, então, good luck Isabel.
Eu só queria uma luz, que me mostrasse o melhor caminho pra direcionar minha vida, ou melhor, meu corpo: perder ou manter o peso? Preciso dessa resposta logo, porque, o quanto mais o tempo passar, mais estragos eu posso fazer - o que não vai ser nada legal.
E as provas começam semana-que-vem e, pra não atrapalhar meus estudos, vou da escola direto pra academia EVERY DAY. Vai ser uma semana muito boa, eu sinto isso.
7 de nov. de 2010
where do I go from here?
- E então você viciou nisso?
É essa a pergunta que está martelando na minha cabeça há cerca de meia hora, feita pela minha amiga Ana Clara, em uma tarde na praia e mais um questionário sobre meu súbito regime. Nós estávamos conversando sobre isso - o que, aliás, eu tenho feito com quase todas as pessoas que conheço desde agosto desse ano - quando ela me perguntou e eu neguei. Agora, reorganizando meus pensamentos e objetivos para os próximos dias eu percebi que, sim, eu viciei em emagrecer. Depois de ficar pesando 47.5 kgs, tive que ganhar mais 3 kilos para ficar no peso ideal, o que vêm me perturbando muito. A consulta médica foi na segunda-feira passada e, com alguns truques que só os que acompanham a Ana sabem, consegui alcançar a meta, mas, inevitavelmente, ganhei 1.7 kgs do meu peso anterior. Quando eu comecei com isso, já vi diferenças na minha cintura e, obviamente, desabei na minha consulta com a psicóloga S. Agora, uma semana depois, me vejo num impasse: perco os quilogramas que adquiri para que conseguisse permissão para entrar na academia e um passaporte para que os meus pais parassem de me perturbar sobre a minha alimentação ou mantenho-os. Vamos colocar isso uma balança, ou melhor, num ringue de boxe: de um lado, uma I magra, com cintura de 60cm e 47.5kg, fraca porém forte de autoconfiança; do outro lado, uma I ainda magra, mas com 4cm a mais de cintura e 49.2 kg, uma garota saudável porém fraca consigo mesma. E ainda há outro fator muito importante, que mexe tanto no meu estado físico quanto mental: a comida. Se eu continuasse com 47.5kgs, talvez não me importasse em ter consumido umas 400kcal de sorvete de baunilha e calda de chocolate caseiros a mais do que meu consumo calórico necessário, já que, mesmo que engordasse, continuaria abaixo do peso, ou seja, bem longe de estar GORDA de fato - o que me assusta mais que o fim-do-mundo, já que isso seria o fim do meu próprio mundo.
O meu fantasma pessoal, aquilo que me assombra, me deixa suando frio só em pensar de estar próximo a mim é ficar gorda novamente, abandonar meus jeans 32. Se eu vejo uma gordurinha, por menor que for, se minhas pernas, por algum motivo, se beijam, ou se meus braços não lembram os de uma modelo, eu já piro. Meu tipo de "piração" é a restrição alimentar, ou seja, fazer uma dieta rápida até que eu me sinta em paz com meu corpo novamente. Não sei o que fazer, sinceramente, estou perdida como uma pomba branca num grupo de urubus. O problema é que eu não sei se consigo mais, mas, ao mesmo tempo, eu sinto aquela fúria, aquela agonia que me dá motivos o suficientes para fazer tudo que for possível ou impossível até que eu atinja a minha glória, o meu orgasmo personalizado (desculpe-me pelo termo). O problema é que eu não consigo achar um equilíbro entre o que eu quero pro meu corpo e o prazer. O que eu quero pro meu corpo é simples: nada que me faça lembrar da pior fase da minha vida, ou seja, a minha vida toda até uns meses atrás. O prazer é o que eu sinto quando eu como algo que eu gosto que, para o meu desespero, é massa e doce, os piores tipos de comida que alguém pode adotar como favoritos, certo? Eu conseguiria deixar de tomar refrigerante, comer carne, etc pela minha vida inteira, mas eu sinto falta de uma massa e um chocolatezinho se eu fico por um certo período de tempo sem comer esse tipo de coisa. Por que será que eu gosto tanto de comida italiana, padarias e festas de aniversário (principalmente de crianças, seres que eu detesto)?
Então, aqui vai a questão a ser respondida com a maior urgência possível: dever ou prazer?
Mas, afinal, porque eu não posso conciliar os dois? Por que eu não posso simplesmente me olhar no espelho e me sentir linda e magra e continuar comendo meu prato de macarrão? Eu já arrumei a solução mais lógica pra isso: entrar na academia. Porém, como sempre, temos um problema - MEDO. Eu tenho medo de ficar com essa ideia devastadora de que, como estou na academia, posso comer o que quiser sem me preocupar, já que vou "queimar" na academia, já que não é bem assim. É, nós queimamos bastante calorias quando praticamos exercício, principalmente com peso, mas, se eu comer enlouquecidamente todo dia eu não vou conseguir eliminar tudo e, guess what, vou voltar ao meu pesadelo, virar meu bicho-papão.
Eu QUERO comer, porque isso significa, de algum modo, liberdade pra mim. É a forma mais clara e pura de manifestação de livre-arbítrio de uma pessoa: escolher o que comer, portanto, comer o que quiser. Eu sei que as pessoas que geralmente buscam esse sentimento saem de casa ou viajam o mundo, mas a única coisa que eu peço é liberdade para comer o que eu quiser. Porém, quando chego a esse ponto da minha reflexão, eu lembro que antes eu era livre e deu no que deu, eu não soube administrar minha liberdade direito. Eu acho que, se eu estivesse abaixo do peso, mesmo com algumas mancadas, eu não chegaria a ponto de estar no caminho pro passado. Mas, estando no peso ideal, eu sinto que o caminho fica mais perto pra mim do que nunca. E o medo continua me consumindo.
Eu quero me sentir bem, bonita, MAGRA, mesmo que isso signifique que eu fique sem saúde, temperamental e só comendo três vezes por dia, em uma quantidade mínima. Eu não me importo com isso, não ligo pras reclamações barulhentas do meu estômago e as reações exageradas do meu cérebro sobre isso, porque, de alguma forma, eu consigo administrar isso de forma de que toda essa dor esteja sendo bem empregada, já que, depois da tempestade vem o arco-íris - e não há nada mais colorido e perfeito do que meu corpo esquelético.
Eu vivo me olhando no espelho, pra ver se estou exagerando, ou se estou certa. Nem sempre consigo a mesma resposta, então nem sempre tomo a mesma decisão. E é por isso que eu me vejo várias e várias vezes por dia e, o pensamento que prevalecer ganha, assim como numa votação. Minha mente é assim, com regime democrata. Todas as opções são consideradas e eu simplesmente tenho que escolher qual será a melhor para administrar minha vida, com um voto por "departamento". Temos o departamento saúde, o departamento psicológico, o departamento estético, o departamento racional e assim vai. Meus departamentos quase sempre levam em conta a justificativa de voto do outro, tanto para apoiar quanto para contestar. Então a opção que ganhar, ganhou. Eu raramente intervenho, porque eu sei que o meu povo (meus departamentos, minha voz interior) sabe o que é melhor pra mim, mesmo que eu não ache isso.
Já fiz uma decisão por agora: vou me olhar no espelho quando for para cama, considerar as minha opções enquanto estiver deitada e aviá-las detalhe por detalhe e, amanhã, antes de trocar de roupa foi me olhar novamente e tomar a decisão final. Até a hora do almoço, pelo menos, quando eu vou olhar de novo e ver se mudo de opinião. Eu sou muito inconstante, a cada minuto eu mudo de lado, mas é só nesse tipo de questão. Estranhamente perturbadora, minha mente não pára por um minuto, ela quer ter um caminho a seguir, um plano a traçar para os próximos dias. Não quer ficar parada numa encruzilhada sem saber se a rua que leva ao norte é a estrada pra felicidade ou para o desespero, e ela só saberá depois do meu singelo teste.
Dependendo da minha breve avaliação, eu vou continuar comendo o que como e, talvez, começar a comer um pouco menos para passar pela fase de "festas" intacta, sem pesar mais de 49.2kgs ou vou começar minha dieta para ver se consigo chegar às festas com menos do que os médicos consideram aceitável. Se tem uma coisa que eu gosto na minha nutricionista é que ela se contentaria se eu estivesse pesando 50kgs na minha consulta da semana passada (mas eu estava com 52.3kgs, por causa dos truques), e as outras médicas em que me consultei ainda considerariam esse peso baixo. Eu adorei essa nutricionista, saí do seu consultório exalando alegria sem nuvens cinzentas e duvidosas pairando sobre minha cabeça; estava com uma energia tão boa que iluminaria todo o mundo, deixando até Ozama Bin Laden (ou seja lá como seu nome é escrito) com tanta harmonia e satisfação que deixaria qualquer plano de guerra pra trás e faria um retiro em um ashram. Ok, posso estar exagerando - e muito -, mas o fato é que aquela consulta me fez muito bem.
Mas se tem uma coisa que eu tenho certeza que vou fazer, independente do resultado, é pegar pesado na academia amanhã e parar de comer chocolate todo dia quando essa barra de 55% cacau acabar, er.
Eu só queria que Deus ouvisse minhas preces implícitas e acabasse com o meu sofrimento. Uma vez pareceu que havia terminado, há uma semana atrás EXATAMENTE, mas, para a minha tristeza, era temporário, ou, melhor, um falso alarme. Esse equilíbrio precisa ser encontrado, eu sei, e isso não é nada fácil, independente no que você esteja tentando encontrá-lo; isso, infelizmente, eu sei também. A única coisa que eu preciso agora é tomar a decisão certa - que, pelo meu departamento racional, seria manter o peso ideal MÍNIMO, que é o meu atual.
Eu preciso desesperadamente de ajuda. E muita.
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